Por que Nietzsche pôs o anúncio da morte de Deus na boca de um louco, numa praça de ateus?
A praça ri do homem da lanterna, e ele devolve a pergunta: quem esvaziou o mar e apagou o horizonte inteiro?

Livro do Pr. Jonas J. Mendes · somente Kindle
A Morte de Deus e o Crepúsculo da Cultura Ocidental
De Nietzsche à era pós-cristã, o Pr. Jonas J. Mendes refaz o caminho que levou a cultura ocidental a tratar Deus como irrelevante e mostra o que ruiu junto: a verdade, a moral, a educação e a própria identidade do homem.
Disponível somente em Kindle, na Amazon. Leia no aplicativo gratuito, no celular, no tablet ou no computador.


O diagnóstico
Quem tenta responder ao nosso tempo só pelos sintomas acaba discutindo efeito sem tocar na causa. O Pr. Jonas escreve que a única maneira de dar respostas satisfatórias é “conhecendo às Escrituras e o nosso tempo”.
“Ao rejeitar Deus, o Ocidente rejeitou as suas próprias raízes, e sem raízes uma árvore cai no primeiro temporal, ou simplesmente vai secando até perder toda a vitalidade e morrer.”
Cap. 4, O declínio do Ocidente pós-moderno

A tese
Em A Gaia Ciência, um louco acende uma lanterna em plena luz do dia e corre por uma praça de ateus gritando que procura Deus. A praça ri. Ele responde que todos o mataram, ele incluído.
O Pr. Jonas mostra que o anúncio descreve uma cultura que já vivia como se Deus não existisse e ainda não tinha medido o preço disso. E o preço veio.
“A própria modernidade só se tornou possível por causa do cristianismo, mas o problema é que ela acabou se revoltando contra ele, e colocando o próprio Deus de lado.”
Cap. 1
O percurso do livro
Um caminho histórico, filosófico e teológico pela construção da civilização ocidental e pelo projeto que hoje tenta desmontá-la.
O que Nietzsche quis dizer com “Deus está morto”, como Deus se tornou irrelevante na consciência ocidental e o que acontece com um mundo que esquece as próprias raízes.
A razão autônoma, o homem como “modelo do mundo”, a revolução científica e o deísmo, que tirou Deus da história e abriu caminho para o ateísmo.
A gênese do Ocidente entre Atenas, Roma e Jerusalém, as sínteses de Agostinho e de Tomás de Aquino, a Reforma e o humanismo renascentista.
O fim das metanarrativas, a crise da educação, a descristianização da cultura e os desafios do relativismo e do revisionismo histórico aos valores judaico-cristãos.
As dimensões formativas da cultura, a crise de identidade, a orientalização do Ocidente, o retorno dos deuses e a aurora da era pós-cristã.
Mais apresentação, prefácio, introdução e palavra final.
Dentro do livro
A praça ri do homem da lanterna, e ele devolve a pergunta: quem esvaziou o mar e apagou o horizonte inteiro?
Um Deus que fez o mundo e se afastou dele deixa de ser alguém a quem se possa orar.
A diferença parece de detalhe. Ela decide o valor que o Ocidente deu à pessoa.
Galileu, Newton e a crença grega que caiu junto com o geocentrismo.
Toda cultura responde a três perguntas: de onde venho, o que faço da vida e o que acontece depois da morte.
A expressão de Mário Ferreira dos Santos que dá nome ao último capítulo do livro.

Trechos do livro
Quando evangelizamos, não estamos pregando sobre o Ocidente, mas sobre aquilo que fez com que o Ocidente se tornasse possível, ou seja, o cristianismo.
“Sem Deus, não há pecado, mas, sem Deus, também não há redenção!”
“O cristianismo enxerga o mal como um invasor, um elemento estranho à ordem das coisas.”
“Não foi a Bíblia que a ciência refutou, mas as interpretações que a igreja havia dado até então.”
Prefácio e apresentação
“Este livro é uma análise perspicaz e detalhada dos fenômenos culturais e filosóficos que têm moldado e, em muitos casos, desafiado a fé e a prática cristã no mundo ocidental.”
“O professor Jonas J. Mendes, com sua erudição e devoção, oferece ao leitor uma análise crítica e esperançosa […].”
“A obra nos apresenta uma análise profunda e crítica da forma como as ideias modernas moldaram nossa compreensão de fé, espiritualidade e a própria cultura que habitamos.”

Quem escreve
Nascido em Mariluz, no interior do Paraná, mudou-se ainda jovem com os pais para Mato Grosso e trabalhou no campo na adolescência. Formou-se em teologia, pedagogia e filosofia. É Valmir Nascimento quem conta essa história no prefácio, ao lembrar que Jonas une o conhecimento acadêmico à piedade.
Para quem é
É para você se…
Não é para você se…

Formato
Perguntas frequentes
Não. A Morte de Deus e o Crepúsculo da Cultura Ocidental está disponível somente em Kindle, na Amazon.
Não. O livro pode ser lido no aplicativo gratuito Kindle, no celular, no tablet ou no computador.
Não é requisito. O livro apresenta os pensadores que discute, como Nietzsche, Voltaire, Agostinho e Tomás de Aquino, e situa cada um na história. Quem já estudou filosofia vai encontrar as fontes citadas.
Cinco capítulos, além da apresentação, do prefácio, da introdução e da palavra final.
O prefácio é de Valmir Nascimento Milomem Santos, jurista, mestre em Teologia e doutorando em Filosofia Política e Social. A apresentação é do Pr. Geziel Silva Costa, mestre em Teologia.
Sim: A Arte da Leitura Bíblica, enviado para todo o Brasil. Ele também tem versão Kindle.

Palavra final do livro
Talvez ainda dê tempo de ouvir o alerta: os bárbaros estão às portas.
Disponível somente em Kindle, na Amazon.